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VIVIZ conquista liminar contra a Big Planet Made e garante direitos como artistas

Gustavo Capaldi 3 min de leitura
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No dia 5 de junho de 2026, o grupo VIVIZ conseguiu uma liminar que suspende seu contrato com a Big Planet Made, após o tribunal de Seul determinar que a agência não havia realizado os pagamentos devidos às integrantes. A decisão permite que Eunha, SinB e Umji continuem suas atividades de forma independente enquanto o processo legal está em andamento, garantindo seus direitos como artistas.

VIVIZ Big Planet Made injunction

Entenda o caso judicial de VIVIZ e Big Planet Made

A liminar foi concedida pelo Tribunal Distrital Central de Seul, que acatou o pedido feito pelas três integrantes do grupo. Esse movimento é considerado um passo importante para que elas possam se desvincular da agência, cuja gestão foi criticada por falta de suporte e confiança. O tribunal estabeleceu que a Big Planet Made não pode negociar contratos em nome das integrantes, nem forçá-las a participar de atividades indesejadas.

O tribunal também reconheceu que cada uma das integrantes era credora de mais de 100 milhões de won, o que reforça o argumento de que a agência não cumpriu suas obrigações financeiras. A decisão judicial representa uma vitória significativa para o grupo, que agora pode planejar suas atividades sem a interferência da agência.

Os próximos passos de VIVIZ após a liminar

Com a liminar em mãos, Eunha, SinB e Umji têm a liberdade de explorar novas possibilidades em suas carreiras. A attorney Woo Hong-kyun, que representa o grupo, mencionou que a quantia não paga mencionada na decisão é apenas uma parte do total, indicando que mais reivindicações podem ser feitas no processo principal. Isso abre um leque de oportunidades para as integrantes, que podem buscar novos contratos ou até mesmo realizar atividades solo.

As integrantes do grupo, que se reestruturaram como VIVIZ após o fim das atividades do GFRIEND em 2021, haviam assinado com a Big Planet Made em fevereiro de 2022. A liminar, embora não seja a decisão final, é um passo crucial para que elas recuperem o controle sobre suas carreiras e explorem sua criatividade de maneira livre e independente.

Enquanto o processo judicial avança, os fãs de VIVIZ aguardam ansiosamente as próximas novidades do grupo, que promete trazer surpresas. A decisão do tribunal não só impacta diretamente as artistas, mas também serve como um alerta para as agências sobre a importância de manter relações transparentes e justas com seus talentos, garantido seus direitos e dignidade no processo artístico.

Autor

  • gustavo capaldi

    Gustavo Capaldi é produtor de conteúdo no i9artigos.com, onde cria materiais aprofundados sobre automotivo, games, tecnologia, cultura geek, cinema, séries, marketing, negócios, criptomoedas e inovação. Com mais de uma década estudando comportamento digital, evolução tecnológica e estratégias de mercado, ele transforma temas complexos em conteúdos claros, confiáveis e relevantes, sempre com pesquisa sólida, atenção aos detalhes e compromisso com a qualidade.

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Gustavo Capaldi

Gustavo Capaldi é produtor de conteúdo no i9artigos.com, onde cria materiais aprofundados sobre automotivo, games, tecnologia, cultura geek, cinema, séries, marketing, negócios, criptomoedas e inovação. Com mais de uma década estudando comportamento digital, evolução tecnológica e estratégias de mercado, ele transforma temas complexos em conteúdos claros, confiáveis e relevantes, sempre com pesquisa sólida, atenção aos detalhes e compromisso com a qualidade.

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